Pesquisei bastante, testei várias formas pra tentar digitalizar negativos sem ter que comprar um scanner. Consegui alguns resultados bem aceitáveis até, mas, além do trampo pra montar toda a gambiarra, ainda tinha que ficar emendando as fotos, uma a uma, manualmente no Photoshop. Acabei comprando o tal scanner de negativos. E apesar de nem tudo ser como eu gostaria, foi um excelente investimento. Continue lendo
Digitalizando Negativos, parte 2
Continuando com as minhas experiências para digitalizar negativos em casa, sem ter que comprar um scanner de negativos. Aproveite e leia a primeira parte desta saga.
Nas minhas pesquisas por uma maneira de escanear os negativos em casa, sem precisar comprar um scanner de negativos, me deparei com este objeto, chamado “duplicador de slides”. Nada mais que um tubo que serve de suporte pra segurar o slide, ou negativo, em frente a lente da câmera permitindo que você aponte para alguma fonte de luz e fotografe. Continue lendo
Digitalizando Negativos
Ganhei uma câmera nova no natal. É uma Lomography Spincam 360. A câmera é fantástica! Ela faz fotos girando, em 360 graus, em negativo. Sim, é uma câmera analógica. Sem problemas, esta não é minha única câmera de filme. Basta mandar o filme revelar que as fotos voltam digitalizadas, em um cd, como todas as outras vezes, certo? Continue lendo
Diário de viagem dia 16: THE BEATLES STORY
Se eu estava ansioso por alguma coisa nessa viagem, era por esse dia. Quem me conhece sabe. Dirigir de Amsterdam até Bruxelas, viajar de Eurostar ou ver a Torre Eiffel não me deixaram tão ansioso quanto conhecer Liverpool.
Nós só fomos pra Liverpool porque a Damaris fez questão de ir pra Bruges – o que acabou sendo uma ótima idéia. E só ficamos um dia porque eu só quis ficar um dia em Bruges. Liverpool, pelo caminho que fizemos, é bem fora de mão, tanto que tivemos que trocar de estação em Londres.
Fiz questão de acordar cedo, bem cedo. E, incrivelmente, não foi nem um pouco difícil nesse dia. Vi no mapa que Albert Dock (onde fica o museu The Beatles Story) não era longe pra irmos a pé. No caminho passamos pelo centro comercial que vimos no domingo à noite, agora com a maioria das lojas abertas. Fotografei algumas vitrines porque a “moda” por aqui é bem estranha. Mais estranho ainda é pensar que no próximo inverno no Brasil é bem provável que as mulheres usem roupas bem parecidas.
O Beatles Story abria 10h00, entramos umas 10h30. O legal é que o audio-guide é grátis! E a versão em inglês tem as pessoas de verdade falando! Sir George Martin, Brian Epstein e até John e Paul algumas vezes.
Eu conheço a história dos Beatles. Mas foi fantástico ver algumas coisas como certidões de nascimento, boletins da escola e algumas coisas que influenciaram a banda. Objetos que comprovam a história que você já leu em algum lugar. Tem alguns contratos de shows em Hamburgo e cópias do “The Mersey Beat” – originais! Tem algumas coisas que foram doadas pelos próprios Beatles como a primeira guitarra do Geroge Harrison. Toda a históra da banda tem alguma coisa representada naquele museu, detalhadamente. Tem uma reprodução do Cavern Club original, tem um Yellow Submarine, tem um painel idêntico ao usado na capa do disco Sgt. Peppers. Se você já assistiu o documentário “The Beatles Anthology”, vai ver tudo o que tem lá ao vivo e com riqueza de detalhes! Fiz questão de ouvir cada ítem do audio-guide, de ler cada painel, de ouvir cada música que o museu oferece. A Damaris, pra variar, não teve paciência e foi me esperar na saída. Não tinha muita gente lá dentro, então deu pra eu ver tudo muito bem e com calma, e sem a Damaris me puxando foi melhor ainda.
Vi muiga gente chorando. Fans novos e antigos. Pais com filhos. E sim – tenho certeza que você quer saber isso – eu também chorei no final.
O museu termina quando a banda acaba. Depois tem uma espécie de sala para cada um dos quatro integrantes mostrando um pouco do que cada um fez depois que a banda acabou. Tem também uma sala só pra crianças que não pudemos ver. E claro, como em todo museu da Europa, você acaba em um café. Detalhe que no Beatles Story é um Starbucks, não é um simples café. E ainda tem a The Beatles Store. Só não comprei mais coisas porque a Damaris é muito mão de vaca!
Saímos de lá já eram mais três da tarde! E eu ainda queria ver as outras duas exposições que o ingresso do museu dá direito, próximo dali, no Liverpool Pier Head: The Wihte Feather Exibition e o The Beatles Hidden Gallery. A primeira é uma exposição montada pela White Feather Foundation, do primeiro filho do John Lennon, Julian – aquele de Hey Jude. Conta, do ponto de vista do filho de John Lennon no auge da fama, a história dele. Tem coisas como cartões postais que John escrevia pra seu filho quando viajava com os Beatles, desenhos de Cintihia Powell enquanto esposa de John e muitas fotografias. É bem emocionante ver os detalhes de uma história que eu conheço muito bem do ponto de vista dele. O cara é filho do John Lennon! Imagina ele contando a história pra você!
A Beatles Hidden Gallery é uma exposição com 42 fotografias de Paul Berrif enquando axpirante a fotógrafo, ainda antes da “beatlemania” explodir no mundo todo. São fotos que ficaram esquecidas e que mostram os Beatles nos bastidores das apresentações e em momentos mais descontraídos. Muito legal também!
Já estava ficando tarde e eu ainda queria ir na Mathew Street, a rua onde era o Caver Club. Era, porque o original foi demolido e um supermercado foi construído no lugar. Mas existe uma réplica, na prórpria Mathew Street, do antigo Cavern. Aliás, na rua ainda existem outras coisas interessantes de se ver como o Cavern Wall of Fame, The Grapes Pub – onde os Beatles bebiam depois de se apresentarem no Cavern – a estátua de John Lennon e a escultura de Arthur Dooley “Four Lads Who Shook the World”.
A réplica do Carver Club é muito legal! São uns 4 andares no subsolo. E tem muitas coisas do Cavern original exposta lá dentro. E muita foto de bandas que já tocaram lá, impressiona! Tinha um cara tocando Beatles, sozinho com um violão no palco, bem empolgado. E muita gente que eu vi no Beatles Story! Tomamos uma cerveja, curtimos um pouco do som e fomos embora porque já era tarde e ainda queria visitar Eleanor Rigby. E como em qualquer outro lugar da Europa, encontramos brasileiros na saída do Cavern.
Fomos ao encontro de Eleanor Rigby. Tem uma estátua dela próximo da Mathew Street. Felizmente, não tinha ninguém na estátua. Pela primeira vez em toda viagem deu pra fotografar a vontade, sem disputar o lugar com uma excursão! Aproveitamos pra jantar em um restaurante bem em frente.
Infelizmente não deu pra eu ver tudo o que eu queria. Não deu tempo de fazer o “Magical Mystery Tour” nem de conhecer as casas onde viveram John e Paul quando crianças. Mas fica como desculpa pra eu poder voltar lá um dia.
Notas:
- Os ingressos do museu valeram cada centavo!
- Quase tudo na cidade faz referência aos Betles de alguma forma.
- Vou ter que comprar o “The Beatles Anthology” quando chegar em casa!
- Apesar do sotaque britânico, deu pra entender muito bem o audio-guide do museu.
Crossing Abbey Road Experience
Pausa no diário.
Claro que eu fui até a Abbey Road, no cruzamento de pedestres mais famoso do mundo. Como fã dos Beatles isso é obrigatório! É uma experiência única. Você arrisca sua vida no meio dos carros só pra tirar uma foto. E tem até uma webcam lá, 24 horas por dia filmando todos os malucos que vão lá pra imitar a capa do disco dos Beatles. Mas só as últimas 24 horas de vídeo ficam gravadas. Então corra! Quem sabe ainda dá tempo de ver eu e a Damaris parando o trânsito pra tirar uma foto! http://www.abbeyroad.com/visit/ cliquem em “archives”. Nós estivemos lá entre 12:36 pm até 01:18 pm.
Mas se não deu tempo de ver “ao vivo”, eu registrei toda a experiência em vários prints:
- Mas ainda deu tempo de tirar uma foto da Damaris!
- Chegando…
- Atravessando…
- Fotografando o estúdio…
- Finalmente a Damaris atravessou…
- Fotografando o cruzamento…
- Um cara me pediu pra tirar uma foto dele…
- Damaris se preparando pra me fotografar…
- Minha primeira foto!
- Minha segunda foto! Dessa vez fiz a Damaris ir bem no meio da rua!
- Indo assinar no muro do Abbey Road Studios…
- A Damaris lembrou de assenar pra câmera ao vivo!
- Perdidos! Olhando o mapa pra saber por onde ir embora…
Se você é fã dos Beatles como eu sou, o impácto ao chegar lá é grande. E o risco de ser atropelado também! A gente fica meio deslumbrado e acaba atravessando a rua sem olhar. Repare nos postes com as luzes amarelas, ele está lá justamente por isso. Descobri que esse poste sinaliza prioridade para o pedestre. Por isso que os carros param quando a gente atravessa.
A quantidade de gente lá é enorme. Quando não são os carros, são as pessoas que atrapalham!
Eu também assinei no muro do estúdio, que aliás, já estava todo assinado!
Diário de viagem dia 15: da França pra Inglaterra de Eurostar
Tivemos praticamente que madrugar. O trem saía 9h13, e a gente tinha pelo menos mais uns 40 minutos de metrô até a estação então tomamos café bem rápido. Foi muito bom ter uma estação de metrô praticamente na esquina do hotel. O tamanho da mala da Damaris atrapalha de verdade.
Chegamos na estação um pouco antes do que dizia o bilhete do Eurostar, 8h20. Detalhe é que pro Eurostar você precisa fazer check-in. Outro detalhe muito importante é que você precisa fazer o processo de imigração de novo, afinal estavamos indo pro Reino Unido agora.
O problema é que a meia hora que o bilhete pede de antecedência não é suficiente pra todo o processo de imigração. Você tem que preencher uma ficha com seus dados e os dados do hotel (seja prático, leve o voucher do hotel no bolso do casaco, a Damaris aprendeu isso comigo!). Depois você ganha o carimbo de saída da França no passaporte. O gurada francês, mala, carimbou bem no meio das páginas do meu passaporte, custava seguir a sequência. Logo depois a fila praticamente para. É que os guardas britânicos são mais rigorosos, perguntam pra onde você vai, o que vai fazer, se vai ficar em hotel ou casa de amigos, o que você faz no Brasil e se você der corda, passam o dia conversando com você.
Definitivamente, meia hora de antecedência é muito pouco. Nesse momento vimos um dos trens da Eurostar indo embora, deveria ser o nosso. Mas ainda precisávamos passar pela revista de segurança e passar as malas no raio-x. Evite as filas com japoneses, tanto na imigração como no raio-x. Não dei sorte na imigração, pegamos um japones que acabou tendo que voltar pra trás. Felizmente no raio-x escolhemos uma fila mais rápida. Só eu que demorei um pouco pra passar no detector de metais porque estava com o voucher do hotel no bolso. Acredita que o grampo do voucher fazia o detector de metais apitar?
Já eram bem mais de 9h13, nosso trem já tinha partido. Mas não fomos os únicos a perder o trem. Muita gente também perdeu o trem. Muita gente ficou irritada porque a demora foi por causa da imigração. Acho que os japoneses tem essa mania de chegar cedo demais. O trem deles era só 11h13 mas mesmo assim já estavam lá, atrasando a vida de quem ia pegar o trem das 9h13. Não entendo porque é tão demorada a imigração deles, nem porque demoram pra passar no raio-x, muito menos porque chegam tão cedo pra pegar um trem!
Felizmente não tivemos problemas, o pessoal do Eurostar coneguiu encaixar a maioria das pessoas no trem das 10h13.
São três horas de viagem. Eu pensava que a maior parte seria no túnel sob o Canal da Mancha. Mas a maior parte do trajeto é ao ar livre mesmo. É meio estranho. Quando o trem entra no túnel os ouvidos tapam, como se você estivesse andando de avião. Chega a incomodar um pouco, tanto que não consegui dormir.
Chegamos em Londres! Finalmente toda a sinalização estava em uma língua que eu entendia. E aqui todo mundo fala inglês! Você não tem idéia de como isso facilita a vida de um turista! Chegamos na King’s Cross St. Pancras. Mas nosso trem pra Liverpool saia de outra estação, a Euston. Então começamos a caminhar em direção ao metrô, pra chegarmos até a outra estação. Fui até o balcão de informações pra perguntar sobre os tickets e qual linha deveria pegar. Acho que essa foi a primeira vez que um balcão de informações foi realmente útil. Melhor ainda foi que dessa vez a pessoa que me atendeu entendeu tudo o que eu falei. Ainda melhor foi entender tudo o que a pessoa me disse!
Euston fica a uma parada de metrô de St. Pancras. O senhor do balcão de informações me disse que nem valia a pena pagar um bilhete, eram apenas alguns quarteirões. Então resolvemos irmos a pé mesmo.
O problema foi que uma das rodinhas da minha mala quebrou. Acho que foi porque eu reclamei muito do tamanho da mala da Damaris. Menos mal que a mala tem rodinhas de giro, então dava pra arrastar a mala com algum esforço.
Quando chegamos em Euston fui até o balcão de informações pra saber onde pegar o trem e os horários. É muito simples. Tinhamos um bilhete flexivel, então ele era válido pra qualquer trem de Londres pra Liverpool, desde que existissem lugares vagos. A plataforma é informada momentos antes do trem que vai pra Liverpool chegar na estação. Então você tem que ficar de olho no painel até que a plataforma seja indicada. Assim que a plataforma é indicada, uma multidão começa a andar em direção a ela, são as pessoas que vão pra Liverpool. Pra saber se tinha lugar no trem não tem outro jeito. Você tem que entrar e procurar um assento vago. Existem displays em todos os lugares informando se aquele assento está reservado ou vago. Demorou um pouco pra gente perceber isso, mas não tivemos problemas.
Chegamos em Liverpool. Finalmente eu estava em Liverpool! Eu estava preocupado porque tinha me esquecido de olhar na internet como chegar da estação de trem até o hotel. Mas demos muita sorte, o hotel era virando a esquina da estação. Tinha um mapinha do Google Maps junto com o voucher e a Damaris viu a rua do hotel bem próximo da estação, quando viramos a esquina e vimos o hotel foi fantástico!
O hotel até que era legal. Tem um pub no lobby. E tinha muita gente assistindo futebol no pub. Subimos pro quarto. Pra variar a Damaris estava reclamando. Você não tem idéia da cara que ela fez quando eu percebi que não tinha chuveiro no quarto. Tinha só uma banheira, com uma torneira. O chuveiro era “comum”, no fim do corredor. Mas acho que ninguém mais usava ele. Ele estava bem limpo e, mesmo com a Damaris reclamando, tomamos banho lá.
Estavamos em Liverpool! Eu não ia dormir sem dar uma volta na cidade. E era cedo ainda, 19h00. Saímos pra procurar um lugar pra jantar. Um frio absurdo. Muito mais que em Paris. Mas estranhamente tudo estava fechado e não tinha quase ninguém na rua. Andamos pelo centro comercial da cidade e só viamos vitrines. Vimos um Burguer King fechando e logo depois encontramos um McDonalds quase fechado. A escolha foi óbvia.
Na volta, encontramos muita gente na rua. Estranho né? Era a volta pra casa da torcida do Liverpool. Agora estavamos na Inglaterra, o lugar onde se inventou o futebol. Anfield Road deveria estar lotado.
Notas:
- Não adianta, você vai olhar pro lado errado quando for atravessar a rua pela primeira vez!
- Até a torneira na Inglaterra abre pro lado contrário!
- Aliás, lembre-se de notar que até a água gira pro lado contrário na pia e na privada aqui na Europa, você está acima da linha do equador. Ou você fugiu da escola?
- O Thalis deixa o Eurostar no chinelo! Esperava muito mais desse trem…
- O jogo era Everton x Liverpool, clássico da cidade. E o Liverpool perdeu. Normal, até meu Glorioso Tricolor já ganhou do Liverpool…
Diário de viagem dia 14: mais Paris!
Nosso último dia em Paris. A gente já não sabia muito bem o que queria fazer. Certo mesmo era que queriamos andar de barco de novo.
Logo no café da manhã, conhecemos um casal de brasileiros em luga de mel em Paris. Conversamos um pouco com eles e descobrimos que próximo ao hotel tinha uma lavanderia. Fantástico, era o sonho da Damaris! Eu quase não tinha mais camisetas, então deu pra dar uma boa aliviada. As lavanderias são bem iguais aquelas que a gente vê nos filmes americanos. Você chega, enche a máquina de lavar, coloca as moedinhas e é só esperar. Enquanto estávamos na lavanderia ainda conhecemos mais uma família de brasileiros, de Curitiba, com três crianças e uma mala enorme de roupa suja pra lavar.
Como o casal que conhecemos em Paris ainda não tinha feito o passeio de barco, combinamos de irmos juntos. E dessa vez, escolhemos outro passeio, agora com direito a almoço. Mas dessa vez com outra empresa. No Rio Sena tem várias empresas que fazem passeios de barco, umas mais baratas e outras mais caras. A que escolhemos agora era uma melhor do que a que fizemos o passeio no dia anterior. Detalhe que o almoço era servido no bar, depois do passeio. Mas acho que foi melhor, dessa vez a gente conseguiu ver os lugares e prestar atenção nos comentários sobre a cidade. O almoço também estava muito bom. Ficamos conversando e saímos do restaurante mais de três da tarde!
Como a gente não tinha muito mais o que fazer na cidade e a Damaris quria conhecer algum parque, resolvemos ir procurar o tal Jardim de Luxemburgo. Pegamos o metrô mais uma vez e descemos em uma estação próxima, bem em Saint German, bairro muito legal de Paris, com aquelas ruazinhas típicas da Europa, cheio de cafés e lojas. Aliás, acabamos por entrar em algumas lojas e desistimos de procurar o tal Jardim de Luxemburgo. Paramos em um café pra tomar cerveja e conversar. Meu pé já estava doendo bastante, a Damaris reclamava e estava friu pra caramba! Com certeza a cerveja foi a nossa melhor escolha. Na volta ainda paramos em um Starbucks, porque a vontade de ir no banheiro nunca vem quando se tem banheiro a disposição. E como na França não tem muito banheiro público, o Starbucks nos salvou.
E nós ainda fomos até a Torre Eiffel, pra comprar lembrancinhas. Eu queria uma miniatura da torre e alguns cartões postais. E a Torre Eiffel é magnética, a gente sempre acabava indo pra lá de alguma forma. Era nossa última noite mesmo, a gente tinha que ir lá uma última vez. Nos despedimos dos nossos amigos e fomos arrumar as malas. De novo…
Notas:
- Muitos brasileiros em Paris. Toda hora você cruza com algum brasileiro.
- Turista ajuda turista. Sempre vai ter alguém que vai pedir pra você tirar uma foto. E provavelmente você vai precisar que alguém tire uma foto sua em algum lugar também.
- Não tivemos problemas com o inglês na França. Ninguém nos atendeu mal ou se recusou a falar em inglês.
- Os motoristas parisienses respeitam muito a faixa de pedestres!
- Mas só a faixa de pedestres, não vá atravessar no meio do quarteirão que não dá certo!
- Vimos pouquíssimos supermercados. Parece que todo mundo come em restaurante todo dia!
- Supermercados não dão sacolas plásticas. Ou você compra, ou leva a compra na mão.
- Muita coisa é vendida na rua. Desde frutas e sanduíches até roupas, sapatos e casacos!












