Depois de 11 horas de vôo, chegamos em Frankfurt, na Alemanha. Precisavamos pegar um trem pra ir para a estação central e como não me dei muito bem com a sinalização aqui da Alemanha fui testar meu inglês no balcão de informações. Depois de encontrar o lugar de onde saia o trem, precisava comprar as passagens. Se não fosse a ajuda de uma moça na hora de comprar a passagem nessas máquinas de auto atendimento, provavelmente teria comprado a passagem errada. Alemão é indecifrável!
Entramos no trem mesmo sem ter certeza que aquele trem iria pra estação central. Na verdade não tinhamos certeza da direção que o trem iria. E ninguém veio conferir as passagens pra nos dizer se estávamos certos ou não. Felizmente era o trem certo, na direção certa e chegamos na estação central. Agora faltava encontrar o hotel.
Mapa na mão, não foi difícil achar o hotel que era bem próximo da estação. Não via a hora de chegar ao hotel pra aliviar o peso da mochila.
Mesmo cansados depois da longa viagem saímos pra procurar algum lugar pra jantar e dar uma volta por Frankfurt pra fazer algumas fotos. Não estava tão friu como me disseram que estaria e também não estava chovendo com a previsão do tempo da internet nos dizia. Aliás o dia estava bem claro.
Nosso hotel é praticamente na margem do rio Main, o rio que corta a cidade de Frankfurt. Por toda a margem do rio tem calçadas e gente caminhando, andando de bicicleta – aliás, tem muitas bicicletas aqui – e embaixo da ponte em frente ao hotel tinha uma pista de skate e quadras de futebol.
Andamos bastante na margem do rio, até a ponte Eiserner Steg – ponte construída em 1886. Queria achar um lugar com comida da Alemanha pra jantar, não tinha idéia que bastava atravessar a rua em frente a ponte pra chegar a uma praça, cheia de bares e cafés – descobri isso no dia seguinte. Acabamos voltando pra estação e jantamos por lá. Comemos pão com um “salsichão” em um kiosque de um indiano. Simples e barato. Depois ainda demos uma volta próximo a estação pra tomar uma cerveja que, aliás, estava gelada.
Foi bom ter saído porque quando voltamos pro hotel estavamos muito cansados. Eram mais ou menos umas 22h00 então bastava acordar na hora certa no dia seguinte que praticamente não teriamos mais problemas com o fuso horário – são 5 horas de diferença pro Brasil e aqui ainda tem o horário de verão.
Notas:
- Internet por aqui, só pagando. €6,00 por 5 horas.
- Bicicletas, muitas bicicletas. Acho que é mais fácil ser atropelado por uma bicicleta do que por um carro. As pessoas andam de bicicleta por todos os lugares, até dentro da estação de trem. E bem rápido!
- Os carros, aliás, param para as pessoas atravessarem a rua.
- A maioria das pessoas fala inglês. Parece que não, mas elas estão falando inglês.
- A água mineral daqui não é salgada como na Itália.
** Exatamente agora, estamos em um McDonalds em Amsterdam. O hotel aqui não tem internet (fuleira demais!) então não vai dar pra ficar atualizando todo dia. Vou atualizando conforme for encontrando hotspots abertos por aqui.
